Roberto Rivellino é uma autoridade quando o assunto é Fluminense x Corinthians. Ambas as torcidas o têm como ídolo. Ele brilhou com as duas camisas numa época em que usar a 10 de times de expressão não era para qualquer um. E Rivellino, definitivamente, não era um qualquer. Meia canhoto, inteligente, habilidoso, dono de um chute mortal, apelidado de Patada Atômica durante a Copa de 70, Riva encantou torcedores pelo mundo afora. Foram dez anos de Timão, entre 1965 e 74, e três anos e meio de Tricolor, entre 1975 e 78. Nesta quarta-feira, as duas equipes se enfrentam no Engenhão, no Rio, em jogo que vem sendo considerado uma espécie de final antecipada do Brasileirão. Riva assistirá ao jogo pela televisão. Absolutamente dividido.- Meu carinho pelos dois é igual. Ambos foram muito importantes. O Corinthians me projetou, me fez ser reconhecido, me levou à Seleção Brasileira. O Fluminense abriu as suas portas num momento difícil da minha carreira. Fui feliz em ambos os lados. Vou torcer pelos dois. Que vença o melhor - afirma Riva, hoje aos 64 anos, em entrevista ao GLOBOESPORTE.COM.
O meu carinho pelos dois times é igual. Que vença o melhor - Rivellino
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